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Mostrando postagens de Setembro 20, 2009

Colesterol alto atinge 25,4% da população, revela pesquisa.

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por Thaís Leitão, da Agência BrasilO número de brasileiros com alteração nos níveis do colesterol de baixa densidade (LDL), também conhecido como colesterol ruim, aumentou de 18% para 25,4% entre os anos de 2004 e 2008. A elevação foi percebida tanto entre os homens como entre as mulheres, mas é na população masculina que o problema se dá com mais frequência. O aumento de casos em mulheres, no entanto, ocorreu num ritmo mais intenso. Entre os homens o índice pulou, no mesmo período, de 21,8% para 26,4%; e entre as mulheres, de 14,4% para 23,7%. Os dados fazem parte de uma pesquisa realizada por uma empresa que comercializa planos de saúde, que coletou os dados relativos a 43.165 de seus clientes com idades entre 20 e 49 anos, em 12 estados. O objetivo é alertar a população sobre os fatores de doenças cardiovasculares em função do Dia Mundial do Coração, comemorado amanhã (27).Embora o Ministério da Saúde não tenha os dados específicos sobre o problema entre os brasileiros em geral, re…

Limite da cirurgia contra obesidade está na prevenção

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por Drauzio Varella  para a Folha de S.Paulo

As cirurgias para tratamento da obesidade grave estão cada vez mais populares.

Recebe o nome de bariátrica esse tipo de operação, na qual o volume do estômago é reduzido radicalmente e, conforme a técnica, o comprimento do intestino também.

É intervenção de alta complexidade, que requer internação hospitalar muitas vezes prolongada, UTI, disciplina na dieta, mudanças comportamentais, prática regular de atividade física e acompanhamento médico pelo resto da vida. Por meio dela, os pacientes trocam uma doença difícil de tratar e cheia de complicações como a obesidade por outra de curso mais benigno: a desnutrição crônica.

Os benefícios obtidos com o passar dos anos graças ao tratamento cirúrgico foram bem documentados em pelo menos dois estudos.

No primeiro, pesquisadores suecos compararam as evoluções de 2.010 portadores de obesidade grave submetidos a cirurgia com 2.037 outros tratados clinicamente. Num período de 15 anos de acompanhamento,…

Oficinas ensinam idosos a lidar com perda de memória

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por Patrícia Cerqueira, para a Folha

Após certa idade, esquecer onde colocou os óculos pode ser normal -mas olhar para uma caneta e não conseguir nomeá-la pode ser indicativo de um problema grave.

O declínio na capacidade de memorizar e na atenção é esperado no envelhecimento, desde que não comprometa as atividades de lazer, autocuidado e produtividade do idoso. "Se os esquecimentos interferem na qualidade de vida, algo está fora do compasso e deve ser investigado", diz Mariela Besse, terapeuta ocupacional e membro da SBGG (Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia).

Os "apagões" naturais podem não comprometer o dia a dia, mas irritam. "Passei a ficar chateado e preocupado com os meus esquecimentos, pois não sabia se era indício de Alzheimer", diz o engenheiro agrônomo José Cassiano dos Reis, 73.

Idosos que não são portadores de nenhuma demência podem compensar o declínio da memória e da atenção com recursos externos (anotar tudo, colocar bilhetes …